André Silvestre, natural de Coimbra, é um jovem pianista e compositor português vencedor de prémios nacionais e internacionais, e com participações em países como Portugal, Espanha, Itália, Suécia, Dinamarca, Holanda, Bélgica e Rússia. Aos 17 anos entrou na Royal College of Music na Dinamarca e foi reconhecido como um músico de excelência por Anne Øland, mestre de piano dinamarquesa. Começou a ganhar gosto pela área da composição para cinema e ganhou prémios com o filme “Arpeggio”, tendo colaborado com realizadores como Jorge Pelicano e Paulo Lima. Fruto de um encontro com Bobby McFerrin num workshop, interessou-se pela área da música “ligeira”, vendo a música clássica como uma ferramenta a utilizar noutros campos. No Verão de 2015 decide criar o projecto Terra Batida.

João Robim, natural de Braga, toca guitarra desde os 10 anos. Vive em Vila Nova de Famalicão e ingressou em 2008 no Centro de Cultura Musical, onde concluiu, em 2016, o curso secundário de música com a classificação mais alta. Atualmente estuda a nível superior na Universidade de Évora, com o conceituado professor Dejan Ivanovic. Vencedor de vários prémios em concursos por todo o país – Porto, Guimarães, Fafe, Almada, Fundão, entre outros –, participou em numerosos cursos com artistas de renome internacional, e conta com uma participação especial no festival internacional Clavis em São Petersburgo. Tem vindo a apresentar-se a solo e com orquestra em diferentes contextos ao longo dos últimos anos. Com o nascimento dos Terra Batida, deixou voar a sua faceta mais espontânea e imaginativa.

Pedro Lima, natural de Famalicão, estudou música e completou o 5º grau em piano. O seu interesse pela percursão, levou-o a estudar “bateria” na Escola de Jazz do Porto. Participa em vários projectos musicais e frequenta a Licenciatura de Educação Musical na Escola Superior de Educação no Porto.